
A GOL levou sua aeronave verde #MeuVooCompensa especialmente para exposição na Base Aérea local, e ao evento de sanção da Lei do Combustível do Futuro (PL 528/2020), realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em cerimônia que antecedeu a abertura da feira Liderança Verde Brasil Expo.
No evento, o Combustível do Futuro foi anunciado como o maior e mais inovador programa de descarbonização da matriz de transportes e mobilidade do planeta. É visto como um marco para o surgimento de uma nova economia, a “economia verde”, que alia a força e a pujança da agricultura brasileira à vocação incontornável do País para a produção dos biocombustíveis.
Entre as diversas iniciativas do Combustível do Futuro, há programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável de aviação e de biometano (também gerador de energia), além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente. O Brasil já é um dos líderes na produção de biocombustíveis no mundo, e esse programa tem como objetivo posicionar o País na dianteira para “uma transição energética justa, equilibrada e inclusiva”, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.
“Estamos tornando realidade uma verdadeira revolução agroenergética, colocando o Brasil na dianteira da nova economia: a economia verde. Estamos aliando a força da agricultura brasileira com a nossa incomparável capacidade de produção de biocombustíveis. Os avanços que teremos em razão dessa lei são inéditos, introduzindo o combustível sustentável de aviação e o diesel verde à matriz energética e descarbonizando setores que contribuem significativamente para a poluição do planeta. O Combustível do Futuro é transição energética com desenvolvimento social e responsabilidade ambiental”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Aeronave verde e as iniciativas em curso
O Boeing 737 MAX, de prefixo PR-XMR, foi apresentado em setembro do ano passado pela Companhia como forma de materializar suas ações de cunho ambiental e lançar novas frentes relacionadas à sustentabilidade. O laranja, cor tradicional da GOL, deu espaço ao verde na pintura externa de viés sustentável, projetada para durar por 10 anos e confeccionada de forma totalmente manual na GOL Aerotech, o centro de manutenção de aeronaves da Companhia, localizado no aeroporto de Belo Horizonte/Confins (CNF).
Para a exposição em Brasília e para a visitação do presidente Lula e do ministro Alexandre Silveira, o avião foi customizado nas laterais com adesivagens que trazem o logotipo do Ministério de Minas e Energia e os dizeres “Brasil – Gigante pela própria natureza” e “Combustível do Futuro – SAF”.
A GOL tem agido de forma contínua, há mais 12 anos, para mitigar o impacto dos voos nas mudanças climáticas. A compensação de carbono, vigente desde junho de 2021 na Companhia, é uma medida de mercado alternativa e intermediária, embora eficaz, em prol da conservação do espaço aéreo, do ambiente que circunda os aeroportos e da natureza.
A empresa foi a primeira Companhia Aérea do Brasil a se comprometer, no segundo trimestre de 2021, com o balanço líquido zero de carbono até 2050. Para atingir essa meta, a GOL se apoia em 4 pilares definidos pela ICAO e ratificados pela IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos), cada qual com suas porcentagens de participação no intento maior que é a descarbonização do setor:
- Utilização de aeronaves tecnologicamente mais avançadas que propiciam menor consumo e emissão de CO² – caso do Boeing 737 MAX, que já representa hoje cerca de 30% da frota da GOL: 15%;
- Melhorias operacionais contínuas, como otimização do espaço aéreo e das operações em solo: 3%;
- Uso de combustível sustentável – SAF: 64% até 2050; Medidas baseadas no mercado, como a compensação voluntária de carbono pelos clientes: 18%.
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