Foto: MPOr

O Voa Brasil, maior programa de inclusão social da aviação civil criado neste ano pelo Governo Federal, registrou mais de 500 opções de trechos vendidos para mais de 60 cidades brasileiras, onde os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), público-alvo do programa, podem viajar de Norte a Sul do nosso país.

Desde o seu lançamento, com passagens por até R$ 200 o trecho, o Voa Brasil já comercializou cerca de 8 mil voos. Desse total, 44% dos bilhetes vendidos estão concentrados em cidades das regiões Sudeste e 41% no Nordeste. Entre os destinos mais procurados estão as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife e Salvador. Fora do eixo Sudeste-Nordeste, Brasília é uma das localidades com alta procura de voos por parte do público-alvo do programa.

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O Voa Brasil funciona por meio de uma parceria do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) com as principais aéreas brasileiras e não envolve subsídio governamental para a oferta dos bilhetes, funcionando com base na liberdade de oferta das empresas aos beneficiários do programa. Por meio desta parceria, as empresas ofertam viagens em uma plataforma exclusiva aos aposentados. No primeiro momento, o programa é destinado a aposentados pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS/INSS), independentemente da faixa de renda, que não tenham viajado de avião nos últimos 12 meses.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o Voa Brasil está contribuindo para o aumento da oferta de voos e do número de passageiros no modal aéreo. “Eu tenho certeza de que a gente vai fazer com que muitos aposentados viajem pelo país, sobretudo nesse momento de crescimento da nossa aviação. Nós esperamos, nessa primeira fase de programa, incluir mais de 1,5 milhão de turistas que nunca viajaram de avião”, afirmou.

Próxima fase

A expectativa do Ministério de Portos e Aeroportos é lançar a segunda etapa do programa no primeiro semestre de 2025, no qual serão beneficiados os estudantes de instituições de ensino público. “Estamos trabalhando para organizar a segunda fase do Voa Brasil, no qual a gente avalia a possibilidade de incluir alunos do Pronatec, do Prouni, e outros segmentos da juventude brasileira”, disse Costa Filho.