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São Paulo e Rio de Janeiro estão prestes a entrar na rota da mobilidade aérea urbana. A PAX Aeroportos e a UrbanV firmaram um acordo para o desenvolvimento dos primeiros vertiportos urbanos do Brasil, com projetos previstos para o Campo de Marte e o Aeroporto de Jacarepaguá.

A parceria une a experiência internacional da UrbanV no desenvolvimento e operação de redes de vertiportos à forte atuação da PAX Aeroportos na aviação urbana brasileira, posicionando os dois aeroportos como futuros hubs da Mobilidade Aérea Avançada (Advanced Air Mobility – AAM).

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O acordo amplia uma colaboração já em andamento no país, iniciada com a criação de um sandbox regulatório no Campo de Marte, em cooperação com a ANAC. A nova fase é considerada estratégica para viabilizar redes de AAM escaláveis, integradas e conectadas ao ambiente urbano.

Na capital paulista, o Campo de Marte deverá funcionar como ponto central da rede, com capacidade de hangares e conexões com áreas de alta demanda, como Faria Lima, Alphaville, Campinas, Baixada Santista e os principais aeroportos internacionais. No Rio de Janeiro, Jacarepaguá tende a desempenhar papel semelhante, conectando a Zona Oeste a futuros destinos como Zona Sul, Niterói e os aeroportos da cidade, além de reforçar sua importância no ecossistema de aviação executiva e helicópteros.

“Este acordo fortalece nossa presença em um dos mercados mais estratégicos para a Mobilidade Aérea Avançada. Junto com a PAX Aeroportos, estamos construindo as bases para futuras redes de mobilidade aérea no Brasil”, afirma Ivan Bassato, chairman da UrbanV.

Para Rogério Augusto Prado, CEO da PAX Aeroportos, a AAM representa um caminho natural para a evolução da aviação urbana. “A parceria com a UrbanV nos permite integrar soluções de mobilidade aérea de última geração aos aeroportos e às cidades que eles atendem”, destaca.

Com a iniciativa, PAX Aeroportos e UrbanV passam a apresentar conceitos integrados de redes de mobilidade aérea para São Paulo e Rio de Janeiro, conectando destinos urbanos, empresariais e regionais estratégicos por meio de infraestrutura de nova geração.