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O Aeroporto Santos Dumont segue sem previsão de retomada das operações de pousos e decolagens. O problema foi causado por um vazamento de óleo, no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (30), o que provocou atrasos e cancelamentos de voos que afetaram milhares de passageiros.

Em nota, a Anac informou que acompanha e monitora a situação envolvendo a pista de pousos e decolagens do Santos Dumont, e se mantém de prontidão para atuar em seu âmbito de atuação para reduzir os possíveis impactos à malha aérea. Como órgão fiscalizador do setor, cabe à Agência monitorar o movimento das operações e fiscalizar de forma sistêmica a atuação das empresas aéreas, de forma a garantir que os direitos dos passageiros sejam respeitados e a segurança e regularidade das operações seja priorizada.

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A Anac orienta que passageiros com voos atrasados, cancelados ou interrompidos procurem a companhia aérea para verificar a situação. As empresas devem informar os clientes a cada 30 minutos sobre a previsão de embarque e garantir assistência gratuita de acordo com o tempo de espera.

As regras preveem:

  • A partir de 1 hora de atraso: acesso à comunicação (internet, telefone);
  • A partir de 2 horas: alimentação (voucher, lanche ou refeição);
  • A partir de 4 horas: hospedagem e transporte, em caso de pernoite no aeroporto. Passageiros com necessidade de assistência especial e seus acompanhantes têm sempre direito à hospedagem.

Nos casos de atraso superior a 4 horas, cancelamento ou interrupção do voo, o passageiro pode escolher entre reacomodação em outro voo, reembolso integral ou transporte alternativo, como ônibus. A Anac reforça que a reacomodação deve ser gratuita e oferecida na primeira oportunidade.