Preta Gil, Gaby Amarantos, Luedji Luna e Majur estreiam no Presença Festival 2024 - Foto: Divulgação

O Presença Festival está de volta para a terceira edição oficial e traz uma explosão de cultura, música e representatividade para a cidade do Rio de Janeiro. Neste final de semana, nos dias 7, 8 e 9 de junho, o festival, conhecido pela pluralidade nas artes e cultura, reafirma o compromisso com a diversidade, destacando a potência da comunidade LGBTQIAPN+, com shows musicais, balls inéditas da comunidade ballroom, exposições de arte indígena e uma série de atividades gratuitas que contemplam também os segmentos de dança, cinema, literatura e outras manifestações artísticas.

Na abertura dos shows, no dia 07/06, sobem ao palco Luedji Luna e Majur, duas talentosas cantoras baianas que trazem a energia contagiante do território do Senhor do Bonfim, e a rapper N.I.N.A, que subverte o cenário do rap nacional, historicamente ocupado por homens. A DJ Laís Conti e o bloco carioca “Bloconcé”, que toca os sucessos de Beyoncé em ritmo de carnaval, completam a programação.

Na noite seguinte, 08/06, é a vez de Preta Gil brilhar, estreando no festival, assim como Gaby Amarantos, vencedora do Grammy Latino 2023 na categoria “Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa” com seu “Technoshow”, a MC Soffia e a DJ Sô Lyma. Para animar a plateia, o bloco “O Baile Todo” apresenta uma performance vibrante, com hits do funk carioca tocados por uma banda com instrumentos de percussão e metais. Diversão na certa.

Os ingressos já estão à venda no site da Eventim (Link) e, haverá passaporte especial para os dois dias de shows. ‎  

“O Presença cresceu, o festival amadureceu, musicalmente e também como projeto, e trouxemos nesta edição um olhar especial de valorização para as sonoridades brasileiras. É incrível ter um line-up formado 100% por mulheres pretas. E não só isso, são artistas que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+ ou que são comprometidas com a nossa causa. O festival cada vez mais valoriza essas camadas que a diversidade tem e o debate é interseccional, com o objetivo dar visibilidade e reconhecimento a mulheres, pessoas da comunidade LGBTQIAPN+, pessoas pretas, PcDs (Pessoas com Deficiências) ou de povos originários através da arte e cultura”, afirma o publicitário e produtor cultural José Menna Barreto, idealizador, diretor artístico e curador do festival.