Foto: Divulgação

A Just Travel – traveltech que atua como operadora digital que transforma a experiência de venda de turismo com soluções tecnológicas avançadas – encerrou 2024 com faturamento acima de R$200 milhões, um aumento de 85% em relação ao ano anterior. A empresa ampliou seu portfólio para 700 mil hotéis e 50 mil opções de aluguel de carros via integração direta com 15 APIs globais – um crescimento de 340% na oferta disponível para agências parceiras.

A nova arquitetura tecnológica processa reservas internacionais em segundos para as 1.200 agências cadastradas, eliminando etapas manuais que consumiam um tempo relevante por transação. Destinos como Orlando, Nova York e Paris lideraram as vendas globais em 2024, enquanto México, Colômbia e Chile serão os primeiros mercados latino-americanos atendidos pela estrutura expandida a partir do segundo trimestre deste ano.

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Tecnologia como motor de escala

Foram realizados investimentos que permitiram à empresa desenvolver algoritmos que sincronizam inventários em tempo real. A plataforma resolve 80% das demandas básicas sem intervenção humana e será apresentada globalmente no World Travel Market (WTM) São Paulo.

“Conectamos agências brasileiras aos maiores fornecedores mundiais, garantindo precisão técnica que reduz custos operacionais em até 40%”, afirma João Nou, CEO da Just Travel.

Aportes e reconhecimentos

A Just Travel, residente do CUBO Itaú (maior hub de startups do Brasil), captou recursos de fundos como Bossa Invest (um dos maiores da América Latina), Saia do Papel (organizador da Rio Innovation Week) e 040 Ventures para ampliar operações em países da América Latina. 

Eleita uma das “Destaques do Ano” no Brasil Startup Awards, a empresa projeta atingir R$ 360 milhões em faturamento até 2026. Com operações em países latino-americanos e o hub tecnológico Lispolis (Lisboa), a Just Travel consolida sua presença entre os principais players globais de tecnologia para o turismo.

“Nossa meta é ser a infraestrutura invisível que possibilita o melhor desempenho comercial das agências, sem substituir seu papel estratégico”, conclui Nou.