Criado em 1996 por estudantes e músicos, o Cordão do Boitatá comemora 30 anos de história nesta segunda-feira (19) com um ensaio geral no Circo Voador, reunindo as orquestras de rua e de palco do bloco, um dos mais tradicionais do Carnaval carioca.
Na virada desta segunda para terça-feira (20), o Cordão também homenageia seus padroeiros: o compositor Pixinguinha, patrono da Orquestra de Rua do bloco, e São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, celebrado na mesma data.
Em 2026, ano simbólico para a agremiação, o Cordão do Boitatá viverá outro marco importante: a estreia no circuito dos megablocos, no Circuito Preta Gil, no Centro do Rio, no dia 8 de fevereiro. A decisão foi tomada em conjunto com a Riotur, após o crescimento do público e da orquestra, que reúne mais de 250 músicos e já atrai mais de 40 mil foliões.
No domingo seguinte ao desfile, em 15 de fevereiro, o bloco realiza o 20º Baile Multicultural, na Praça XV, marcando o retorno a um espaço histórico de sua trajetória. Bonecos gigantes, estandartes e a simbólica serpente de fogo, inspirada na Lenda do Boitatá, seguem como marcas do cortejo.
Reconhecido em 2022 como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro, o Cordão do Boitatá reafirma, aos 30 anos, sua importância como expressão da música brasileira, do carnaval de rua e da ocupação cultural do Centro da cidade.














