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O Brasil entrou de vez no mapa estratégico de uma das maiores redes hoteleiras do mundo. A BWH Hotels, presente em mais de 100 países e com 18 bandeiras que vão do econômico ao luxo, anunciou um plano robusto de expansão no País: até 25 empreendimentos até 2030.

Esse movimento não apenas fortalece a presença da rede no mercado brasileiro, mas também reafirma o reposicionamento do Brasil como polo de relevância no turismo internacional, atraindo investimentos, movimentando a economia e ampliando a oferta de experiências diferenciadas para viajantes de lazer e negócios.

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Presença consolidada no Brasil

Presente no País desde a década de 1990, a rede deu início a um novo reposicionamento em 2019, após a aquisição da WorldHotels, que marcou sua entrada no segmento de luxo e resultou na adoção do nome BWH Hotel Group. Em 2023, a marca se consolidou globalmente como BWH Hotels, ampliando sua atuação com um portfólio que soma 18 bandeiras em todos os segmentos – do econômico ao luxo.

Atualmente, a BWH Hotels conta com seis hotéis no País, entre eles o Majestic Ponta Negra Beach (RN) e o Best Western Premier Maceió (AL) no segmento upscale, além de unidades em Salvador, Porto Seguro, Campos do Jordão e Caldas Novas.

Impacto econômico e geração de resultados

Os números demonstram a força do Brasil dentro da estratégia global da BWH Hotels:

Em 2024, os hotéis brasileiros da rede faturaram R$ 86 milhões, com expectativa de crescimento entre 6% e 10% em 2025.

O programa de fidelidade responde por 45% das reservas, consolidando-se como diferencial competitivo.

Globalmente, a BWH Hotels alcançou US$ 8,5 bilhões em receita para hotéis e US$ 1 bilhão em vendas diretas em 2024.

Esse desempenho mostra que o País não é apenas um mercado de expansão, mas um motor ativo de crescimento dentro do portfólio internacional.

Estratégia de crescimento

O plano prevê expansão com foco em conversões e maior presença no upscale e luxo, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, embora o Centro-Oeste e o Nordeste sigam como pilares consolidados. A ideia é atrair hoteleiros independentes, oferecendo estrutura, credibilidade de marca e resultados comprovados.

Segundo Ricardo Manarini, Country Manager da BWH Hotels no Brasil, “o próximo passo é intensificar o posicionamento e a divulgação das marcas, serviços e cases do Brasil e da América Latina, alinhados ao desempenho global”.

Em termos de perfil, os hotéis midscale devem concentrar entre 80 e 140 unidades habitacionais, enquanto os de luxo variam de 50 a 80, com destaque para a bandeira WorldHotels e as softbrands.