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As enchentes no Rio Grande do Sul custaram R$ 200 milhões à Azul Linhas Aéreas em perda de receita no segundo trimestre. Segundo o relatório de resultados apresentado hoje (12), pela companhia, a receita operacional total no trimestre alcançou R$ 4,170 bilhões, uma queda de 2,3% em relação ao segundo trimestre de 2023.

O Estado do Rio Grande representa quase 10% da operação da companhia, sendo 9% só em Porto Alegre, onde o aeroporto ficou inundado e teve que suspender as operações. A Azul realizava 120 voos por dia no Rio Grande do Sul. No trimestre, a empresa transportou um total de 7,4 milhões de passageiros.

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A aérea fechou o período com um prejuízo líquido de R$ 3,8 bilhões. No geral, os resultados também foram influenciados pelas enchentes pela depreciação do real frente ao dólar. A empresa também viu seu prejuízo subir 31,3%, para um prejuízo líquido de R$ 744,4 milhões, contra uma perda de R$ 566,8 milhões um ano antes.

No trimestre, a empresa registrou uma receita operacional de R$ 4,2 bilhões, 2,3% abaixo do registrado um ano antes. A receita com transporte de passageiros caiu 2,3%, para R$ 3,8 bilhões. No trimestre, a empresa viu uma queda de 8% na sua capacidade internacional, que ajuda a explicar as perdas na receita.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) no trimestre totalizou R$ 1,05 bilhão, queda de 9% na comparação anual. A margem Ebitda foi de 25,2%, recuou de 1,9 ponto percentual.

O CEO da Azul, John Rodgerson, destacou que a empresa espera uma melhora das vendas no segundo semestre. “Agora que entramos no período sazonalmente mais forte de primavera e verão no Brasil, com a chegada de mais aeronaves de nova geração em nossa frota, continuamos otimistas em relação ao futuro. As vendas têm melhorado nas últimas quatro semanas, e esperamos que essa tendência se acelere”, disse, em manifestação junto da publicação de resultados”, disse Rodgerson.

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