Foto: Prefeitura de Buzios (Divulgaçao)

Brigitte Bardot faleceu no último domingo, 28 de dezembro de 2025, aos 91 anos, em sua casa em Saint-Tropez, na França.

Ícone do cinema internacional e referência no ativismo em defesa dos animais, a artista deixou um legado que ultrapassa as telas e permanece vivo em diferentes partes do mundo — entre elas, Armação dos Búzios, no Rio de Janeiro.

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A passagem que mudou a história de um destino turístico

Em janeiro de 1964, Bardot buscou refúgio em Búzios ao lado do então namorado, o músico brasileiro Bob Zagury, em meio à intensa pressão da imprensa. Na época, a cidade ainda mantinha características simples de vila de pescadores, sem grande infraestrutura turística.

A presença da atriz, porém, atraiu a atenção internacional e impulsionou Búzios ao cenário mundial.

A partir desse período, o município passou a receber maior fluxo de visitantes estrangeiros e, ao longo dos anos, consolidou-se como um dos balneários mais conhecidos do país.

Reconhecimento permanente em Búzios

O reconhecimento dessa contribuição está registrado em dois importantes pontos turísticos da cidade:
• Orla Bardot, inaugurada em 1999, hoje um dos principais cartões-postais do município.
• Estátua de Brigitte Bardot, obra em bronze da escultora Christina Motta, instalada na orla, representando a atriz de forma simples, voltada para o mar.

Carreira, ativismo e influência

Além da notoriedade no cinema nas décadas de 1950 e 1960, Bardot construiu trajetória marcante no ativismo animal, por meio de sua fundação. Sua atuação consolidou sua imagem como figura influente culturalmente e socialmente.

Em Búzios, seu nome permanece associado à transformação do destino em referência turística internacional. O legado da artista segue presente tanto na memória local quanto na história do cinema e do turismo mundial.