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A CVC Corp esteve em Brasília nesta quarta-feira (10), para participar de uma Audiência Pública, na Câmara dos Deputados. A reunião debateu a importância do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos – PERSE para o setor de turismo. O encontro foi promovido pela Comissão de Indústria, Comércio e Serviços conjuntamente com a Comissão de Turismo, e contou com presença de diretores da CVC Corp e das principais Entidades e empresas do setor de turismo.

Na ocasião, a CVC Corp foi representada pelo CEO, Fabio Godinho, e pela diretora executiva de Jurídico e Compliance, Karin Rocha, que foram à Brasília para enriquecer os debates e demonstrar a importância desse programa para o setor. Também participaram Márcio Delano Tavares, Secretário Executivo da Secretaria de Turismo da Paraíba, o advogado Rodrigo Dias, Humberto Machado, diretor executivo da Abracorp, João Alberto Ribeiro Pinheiro, presidente da Abrasel-DF, Flávio Peruzzi, Diretor de Relações Institucionais da CLIA Brasil, Deputado Jorge Goetten (PL/SC), Deputado Bibo Nunes (PL/RS), Deputada Magda Mofatto (PRD/GO), Milton Zuanazzi, secretário de Competitividade do Ministério do Turismo, Carolina Negri, presidente executiva do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), Ana Carolina Medeiros, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional), Fabiano Camargo, presidente da Associação Brasileira das Operadoras Turísticas (Braztoa), Thiago Borges, presidente institucional da Resorts Brasil, Alexandre Sampaio, Diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), entre outras autoridades.

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O PERSE foi um programa criado para compensar setores da economia prejudicados pela pandemia com a redução a zero das alíquotas do IRPJ, CSLL, PIS e COFINS até 2027. No entanto, em dezembro de 2023 foi publicada a Medida Provisória (MP) nº 1.202/2023 que suprimiu por escalonamento os benefícios do PERSE, bem como a apresentação do PL 1026/2024, que propõe o redesenho do PERSE reduzindo os CNAEs de 44 para 12, excluindo as agências de viagem e operadoras turísticas, dentre outros segmentos.

Para evitar que isso ocorra, o setor está se mobilizando para mostrar o porquê esse incentivo é importante para as empresas, destacando temas como: preservação de empregos, planejamento financeiro e econômico feito pelas empresas e segurança jurídica.

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