Foto: Divulgação

A edição que comemora os 40 anos do Rock in Rio começa nesta sexta-feira (13), com uma expectativa de 700 mil pessoas, promete movimentar R$ 2,9 bilhões na economia da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com o levantamento inédito da Onfly, maior travel tech B2B da América Latina, que comparou os preços de passagens e hospedagens para o Rio de Janeiro considerando as reservas feitas entre agosto e setembro deste ano para os dias entre 12 a 21 de setembro, o valor médio por reservas subiu 79,5%.

Em agosto de 2024 houve um GMV (Gross Merchandise Volume – em português, volume bruto de mercadorias) de 234.500 reais em reservas de hotéis na cidade e em setembro de 2024, 467.037 reais. No bairro da Tijuca, onde acontece o festival, o salto nos preços foi de 41,9%.

Publicidade

Passagens

Quando se fala das passagens aéreas, houve um acréscimo de apenas 26,8% (2024), contra 30,8% (2022), em relação aos tíquetes aéreos para o festival, de agosto a setembro em ambas as edições do evento. Esse ano, os passageiros vão chegar ao Rio de Janeiro, em sua maioria, do aeroporto de Congonhas (51,8%).

Com a flutuação de valores e maior fluxo de pessoas na cidade, para os viajantes que precisarão estar na cidade a trabalho no período do festival, é preciso planejamento, indica  o CEO da Onfly, Marcelo Linhares. “O ideal é já ter previsto a viagem com antecedência e repensar todo o  processo. Vale questionar se ela é essencial de ser feita nesse período ou se há a possibilidade de ser adiada para um momento mais tranquilo. Essa é uma situação única que merece atenção ou terão outras oportunidades? E, caso seja mantida a viagem, é bom buscar reservas entre segunda e quarta-feira”,  explica o CEO. 

Ele também afirma que é preferível evitar hospedagens próximas ao evento. “No caso do Rock in Rio, que será na Cidade do Rock, não apenas será mais difícil e mais caro de achar hotéis, como também todos os serviços próximos da região ficarão mais comprometidos. É importante pensar no cronograma de forma realista, os compromissos da viagem a trabalho devem ser definidos com uma margem de tempo maior, já considerando possíveis imprevistos ou atrasos com o deslocamento”, pontua o executivo. 

“A gestão de viagens corporativas demanda uma série de detalhes para priorizar o bem-estar do colaborador e assim ele pode ter uma estadia mais tranquila”, finaliza Marcelo.