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O Brasil atingiu, em 2025, o maior volume de turistas internacionais da sua história, com mais de 6,7 milhões de visitantes, segundo dados da Embratur e do Ministério do Turismo. O resultado reflete a recuperação do setor e a maior visibilidade do país no exterior, impactando diretamente o desempenho da hotelaria, especialmente em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo.

De acordo com dados do setor, a taxa de ocupação hoteleira nessas capitais apresentou avanço ao longo do último ano, acompanhando o aumento da demanda tanto de turistas estrangeiros quanto domésticos. O Rio de Janeiro se beneficiou da retomada de eventos e do calendário cultural, enquanto São Paulo manteve a liderança no turismo de negócios, concentrando viagens corporativas e grandes feiras.

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Nesse contexto, redes internacionais ampliam sua presença no país para atender ao crescimento da demanda. A B&B Hotels tem acompanhado esse movimento com foco em localizações estratégicas, como o Hotel RJ Santos Dumont, que atende tanto o público corporativo quanto o de lazer, especialmente pela proximidade com o centro e o aeroporto.

Segundo Flávia Lorenzetti, CEO Brasileira, o cenário aponta para uma mudança consistente no fluxo turístico. “O aumento no número de visitantes e a distribuição mais equilibrada ao longo do ano indicam uma evolução do mercado, com impacto direto na taxa de ocupação e no perfil da demanda”, afirma.

O crescimento do turismo no Brasil acompanha uma tendência global de retomada das viagens, com destaque para destinos urbanos que combinam infraestrutura, conectividade e oferta cultural. A ampliação de rotas aéreas e o câmbio também contribuem para tornar o país mais competitivo no cenário internacional.

Além do turismo internacional, o mercado doméstico segue aquecido, impulsionado por viagens mais curtas e pela busca por experiências em grandes centros urbanos. Esse comportamento reforça a importância de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro na dinâmica do setor.

A expectativa é de que o crescimento continue ao longo de 2026, sustentado por investimentos em infraestrutura, expansão da malha aérea e fortalecimento da imagem do Brasil como destino turístico.