Foto: divulgação

A proximidade da Copa do Mundo de 2026, que acontece em junho e julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá, tem levado o setor hoteleiro a adaptar suas operações no Brasil, com foco na criação de experiências de lazer voltadas ao período dos jogos. A estratégia busca integrar o evento à estadia dos hóspedes que desejam acompanhar e celebrar a competição durante a viagem.

No Grupo Wish, uma das principais referências em hospitalidade no país, a expectativa de ocupação média para o período está em torno de 72,1% e a rede tem estruturado programações específicas em seus empreendimentos, especialmente em destinos que devem representar maior fluxo, como Gramado, Foz do Iguaçu e Natal.

Publicidade

A proposta inclui tanto a adaptação de áreas comuns para a transmissão das partidas quanto a criação de atividades temáticas. No Wish Foz do Iguaçu Resort a programação de lazer conta com ações, como o “Camarim da Torcida”, onde os hóspedes poderão fazer pinturas faciais com as cores do Brasil.

Já no Marupiara All Inclusive Resort by Wish, em Porto de Galinhas, os jogos serão integrados à programação de entretenimento, com atividades prévias e ações no teatro do resort durante as transmissões. No Wish Serrano Resort, em Gramado, serão feitas ambientação do lounge bar e dinâmicas interativas durante as partidas, como quizzes e palpite de placar.

“A Copa do Mundo abre espaço para enriquecer a experiência de quem escolheu viajar nesse período, incorporando o evento à estadia e criando momentos de convivência e lazer dentro dos nossos empreendimentos”, afirma Fernanda Oliveira, diretora de Vendas, Marketing e RM do Grupo Wish.

Outro movimento observado pela rede é a tendência de aumento do público estrangeiro. Em 2022, durante o período da Copa do Mundo no Catar, esse perfil representou cerca de 10% dos hóspedes, e a expectativa é de crescimento em 2026, acompanhando o avanço do turismo internacional no país.

Para Fernanda Oliveira, a Copa do Mundo se consolida como um catalisador de experiências dentro da hotelaria, influenciando a forma como os empreendimentos se preparam para receber seus públicos. “Os hotéis passam a funcionar também como espaços de convivência durante os jogos, o que amplia o engajamento dos hóspedes e valoriza a programação de lazer dentro dos empreendimentos”, finaliza a executiva.