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A Viação Águia Branca foi oficialmente autorizada pela Justiça de São Paulo a assumir 125 linhas interestaduais da massa falida da Viação Itapemirim. A decisão foi homologada no último dia 22 de agosto e prevê que a empresa tenha até 60 dias para iniciar a operação plena.

O direito de uso das linhas foi obtido por meio de contrato de arrendamento com prazo inicial de um ano, prorrogável, até que seja concluída a venda definitiva no processo de falência. Toda a operação será regulada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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A Suzantur, que vinha administrando as rotas da Itapemirim, encerrou o prazo máximo de arrendamento de dois anos e não participou da nova disputa judicial, realizada em janeiro deste ano, quando a Águia Branca venceu a concorrência.

Segundo a CEO da Águia Branca, Paula Barcellos Tommasi Corrêa, o compromisso é unir eficiência e tradição. “Nosso papel é oferecer segurança, eficiência e qualidade para cada passageiro, honrando o legado da Viação Itapemirim de mais de 72 anos, construindo um futuro de boas experiências de viagem”, destacou.

O que muda para os passageiros

Identidade preservada: a marca Itapemirim seguirá presente em guichês, uniformes e canais digitais.

Frota dedicada: cerca de 119 ônibus, entre executivos, semileito, leito e leito-cama, serão destinados às linhas.

Passagens garantidas: bilhetes comprados antecipadamente pela Suzantur serão honrados.

Atendimento ao cliente: o suporte será assumido pela Águia Branca, com central de atendimento, WhatsApp e canais exclusivos.

Tarifas e promoções: a empresa seguirá a política de descontos progressivos para compras antecipadas.

Com certificações internacionais em segurança viária e histórico pioneiro em programas como o Medicina do Sono, a Águia Branca reforça que o planejamento da transição já está em andamento e será divulgado gradualmente.