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A emissão de visto EB-5 teve um aumento significativo no último ano, abrindo novas oportunidades para investidores que buscam residência permanente nos Estados Unidos. Em 2024, foram investidos US $3.878 bilhões no programa EB-5. Comparado a 2023, que registrou US $2.092 bilhões em investimentos, isso representa um aumento de 85%.

O visto permite que estrangeiros obtenham o Green Card ao investirem em projetos que gerem empregos no país. Com o recente aumento na disponibilidade de vistos, o interesse por esse caminho migratório tem crescido consideravelmente.  Se compararmos 2024 com 2023, houve um aumento de 47% na emissão de vistos EB-5. Em 2024, 3.700 investidores de diversas nacionalidades aplicaram nesta modalidade, contra 2.502 em 2023.

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“O aumento na emissão de vistos EB-5 é uma excelente notícia para investidores que desejam garantir um futuro mais estável e seguro para suas famílias nos Estados Unidos. Este é um momento estratégico para quem busca diversificar seus investimentos e, ao mesmo tempo, obter benefícios migratórios”, afirma Marcelo Gorenstein, Diretor da LCR Capital Partners no Brasil e América Latina.

Segundo ele, o visto EB-5 se destacou em 2024 devido à resiliência da economia americana, aliada à qualidade de vida e segurança em regiões como Orlando. Além disso, a redução dos custos de vida e a facilidade de ingresso em universidades americanas de prestígio têm sido fatores importantes para pais que buscam oferecer mais oportunidades para o futuro profissional de seus filhos.

O Brasil está entre as principais nacionalidades que aplicam para o visto EB-5, estando entre as 10 principais nacionalidades que recebem o visto EB-5 (vistos emitidos) desde 2016. O país foi considerado o sétimo maior a receber vistos EB-5 no ano fiscal de 2023.  “Com a maior disponibilidade de vistos, os prazos de espera tendem a diminuir, o que torna o programa ainda mais atrativo. Além disso, o EB-5 continua sendo uma das formas mais seguras e eficientes de se obter o Green Card, especialmente para aqueles que desejam investir em projetos imobiliários ou de infraestrutura nos Estados Unidos”, finaliza Marcelo.